A Pergunta Que Corta o Ruído
A professional, warm portrait of smiling Coach Cristina Da Costa, identified by text on the image as "Cristina Da Costa, Coach for Leadership and Confidence at Work." She is standing outdoors with clasped hands, between a brick wall and a glass window. The file is named 'The Question That Cuts Through the Noise Cristina da Costa.jpg'.

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A política empresarial não é um segredo inconfessável. É apenas o sistema informal de influência que funciona em paralelo com o organograma. A maior parte da ansiedade política não tem, na verdade, a ver com valores. Tem a ver com aparências, alianças, quem está a observar.

É geralmente nesse momento que algo muda.

Quando a pessoa consegue separar o que beneficia a empresa daquilo que apenas mantém a paz, encontra a sua própria bússola.

“Não sei jogar o jogo das empresas. E não quero perder-me a mim próprio a jogá-lo.”

Ouço uma versão desta frase dos meus clientes quase todos os meses.

A política empresarial não é um segredo inconfessável. É apenas o sistema informal de influência que funciona em paralelo com o organograma. Quem é ouvido numa reunião. Que ideias são defendidas e quais são discretamente enterradas. Quem beneficia do voto de confiança quando algo corre mal. Existe em todas as empresas, e existirá sempre, porque onde pessoas e poder partilham a mesma sala, a política segue-se. O problema nunca foi a sua existência. O problema é não saber como se mover nela de uma forma que nos pareça certa.

Normalmente, a história está ligada a algo concreto. Uma promoção que foi para a pessoa que concordava com tudo, e não para a pessoa que fez o melhor trabalho. Uma reunião em que se ficou calado, porque contestar parecia demasiado arriscado.

E eu faço a pergunta: Quem serve com o seu trabalho?

A maioria das pessoas faz uma pausa. Depois começa a enumerar: a sua equipa, os seus clientes, a missão da empresa a que aderiram. E, depois de o nomearem, faço a pergunta seguinte: De que forma é que essa decisão beneficia a empresa que serve?

É geralmente nesse momento que algo muda.          

Porque a maior parte da ansiedade política não tem, na verdade, a ver com valores. Tem a ver com aparências, alianças, quem está a observar. Quando a pessoa consegue separar o que beneficia a empresa daquilo que apenas mantém a paz, encontra a sua própria bússola.

A partir daí, as perguntas mais difíceis tornam-se mais fáceis.

Se isto só me trouxesse vantagens políticas, faria o mesmo? E se beneficia genuinamente a empresa, que importância tem que alguém fique desconfortável?

Não precisa de sair a ganhar todas as vezes. Basta ter claro quem serve verdadeiramente com o seu trabalho.

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Cristina Ferreira da Costa
President & Founder
CDCConsulting Partners, LLC

+1 (404) 528 9792

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